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Mudei de ficha na academia, comprei proteínas, aminoácido líquido, tudo meiado com o Engenheiro. Estamos nos preparando para o início da nova temporada da série digital Apple’s Ego.
Curioso para saber dos novos personagens. Mais tarde eu falo sobre a série que já está em sua quarta temporada.
Um guia para ectomorfos como eu, e uma certeza: estou condenado a malhar pro resto da minha vida. É como um contrato. Você pensa, eu passo 1/3 da minha vida dormindo, 1/3 malhando, o resto ou eu estou fazendo sexo ou pensando em fazer. É uma fase dura, eu sei.

Via Men’s Health.
Eu não consigo amar dedões do pé, pois eles não foram feitos para serem amados pelos homens, a questão é pura e leviamente sexual! O amor é frágil, é a mão que risca o gesto mais puro no ar. Quando se ama, se adoece, se fragiliza diante do mundo, se sente dominado por forças da qual não se sabe de onde vem (do outrem? de mim? de meras convenções sentimentais?), amando saímos do plano de planos e voamos para o teto irregular.
E é assim, um dedão é sempre um dedão diante de outro. Não basta ter carne e osso, têm que ter coração, mesmo que ele adoeça por engano.
Já os mindinhos, são como o totem ainda não explorado, a junção do aconchego e da versatilidade. Mindinhos são determinados em suma, são como rosas dispostas a serem observadas, mas não tocadas. Eles te fazem arder e se amolecer diante dos outros, e você tem orgulho disso. Se ama um mindinho toda vez que se escuta uma boa música de amor, se apaixona por um dedão toda vez que seu coração necessita do par pra dividir a ignorância, o não querer por querer sofrer.
Se ama assim, sem poder decidir quando e quem será o próximo.