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Eu sinto que há qualquer momento eu vou explodir me libertar.
Meu sonho que não tem um final definido, me puxa por todos os lados e eu não consigo sair do lugar, parecendo que toda força é em vão, todo pensanento é um refrão que logo se repete, se repete até cair no esquecimento e dar lugar a outro, de maior eloquencia.
Eu penso que eu tenho buraco cheio de vontades, todas soltas e sem ligações íntimas, todas estas me impulsionam para a imperfeição, para a indecisão, para o profundo desespero.
E sigo adiando o sonho, como se a base ainda não estivesse perfeita para sustentá-lo, de tão grande que se tornou. E me parece que tão antes eu me apresse, tão antes eu me desespere, mais eu tenho a consciência de que estou em uma ciência ímpar, uma ímpar ciência ou impaciência de estar só.
Arquivado em: Mente aberta, Post-it, Prostíbulo, Publicando e propagando | Tags: ace, branco, exames, medo

Daniel foi escolhido para fazer campanha da marca de sabão em pó Ace. Ele é um dos cantores mais admirados pelas classes C e D, para qual o produto é destinado.
Eu tô limpo! Por mais estranho que isso possa parecer, eu vinha tomando banhos regulares com a consciência de que a sujeira estava vazando pelo ralo, ou não. O fragmento de possibilidade de que tudo poderia desabar a qualquer momento é como se eu tentasse matar alguém pelo pensamento, dando ânsia de não poder voltar atrás. Sério que ontem eu tava suando…
Breve mais campanhas promocionais.

Site legal com uma ferramenta para edição de suas músicas para que você possa escolher o trecho que quer ouvir como ringtone. Wo!
Meu Mac está morrendo. Mais uma Dead Line Pixel. Procure no google, e sinto, mas não há profilaxia (aulas de ciência da quinta série). gaLINHAS GUIAS! Elas estão invadindo minha tela.
Mickey? Orlando? Intercâmbio no final do ano? Tudo de novo..
Feriado em Vila Velha. Fiz uma série de exames de sangue hoje e percebi que minhas veias estão mais à vista que o normal.
Aloha!
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Em tempos de guerra, da ação desenfreada por algum posto social visto o status quo, parto para a percepção de que o bastante é se calar. Haverá dias melhores.
Arquivado em: Post-it | Tags: blogs, css, html, projetos, twitter, usabilidade, web
Decidi, meu futuro é web. O mercado está escasso de profissionais e deve haver alguma razão para a fuga dos padrões exigidos e o desconhecimento do que deve ser passado de forma simples, não simplista. Usabilidade: thats the point. Estou lançando alguns projetos para esse ano (nunca é tarde): aprender Tableless e tirar da gaveta as apostilas de HTML e CSS, fazer um twitter e criar um blog de sucesso. Não, dois!
Arquivado em: Imagem e Ação, Post-it | Tags: avião, axé, ônibus, bossa nova, micareta, popularização, tom jobim

Tom Jobim nunca imaginou que um dia suas músicas poderiam voar…
Quarta-feira é dia de ir programando o meu final de semana. Na sexta dia 18 acontece no Palácio das Artes no Grande Teatro o show em homenagem aos 50 anos de bossa nova “Bossa Sempre Nova, momentos históricos” e irá contar com a presença de Fernanda Takai, Carlos Lyra, Leni Andrade. Segue um comentário sobre o show no site da fundação:
Fernanda Takai, integrante do grupo Pato Fu, abre o espetáculo interpretando em um bloco em homenagem a Nara Leão, com músicas do repertório de Nara como “O barquinho” (Menescal/Bôscoli) e “Corcovado” (Tom Jobim). Leny Andrade entra em seguida interpretando clássicos que marcaram o Beco das Garrafas, em Copacabana (RJ), e os pocket shows dirigidos pela dupla Miele e Bôscoli.
No terceiro momento do show, o compositor Carlos Lyra faz uma homenagem ao célebre Concerto do Carnegie Hall, apresentado em 1962, em Nova York, que representou a entrada da Bossa Nova no exterior. Participaram desse momento o próprio Lyra, Roberto Menescal, João Gilberto, Tom Jobim, Durval Ferreira, etc, quando a Bossa Nova ultrapassou fronteiras e ganhou o mundo. Lyra interpreta “Lobo Bobo” (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli), “Minha Namorada” (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), dentre outras.
“Bossa Sempre Nova, momentos históricos” é fechado com chave de ouro por Emílio Santiago, interpretando o clássico “Chega de Saudade” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes).
Acontece que justamente hoje, quando fique sabendo do show, um amigo que trabalha em uma companhia aérea me disse que consegue passagens de ida e volta de avião para minha cidade natal pelo preço que eu pagaria para uma empresa de ônibus.
Na minha cidade, acontece este final de semana um carnaval fora de época faladíssimo no estado e confesso que até eu já pipoquei em idades passadas. Meu melhor amigo me espera lá e ele é daqueles que seguram no trio, descem até o chão e giram a pomba até ela bater com a cara no primeiro meio-fio (continui com a saga das palavras esquecidas pela modernidade). Eu sei como é. De qualquer forma eu iria para casa, minha mãe foi expulsa de lá (não por isso) e meu irmão com certeza vai bancar o estoque de bebidaas alcóolicas os quatro dias de folia na certa. Então, eu por alguns minutos pensei em ficar aqui e escutar bossa, mas passado estes eu percebi que escutar bossa em meu ipod observando as nuvens lá em cima pelo preço que eu pagaria viajando 6h de ônibus é tão bom quanto. E viva o axé da Bahia. Viva Minas Gerais. Viva a popularização do avião.
Sò lembrando já que toquei no assunto que está aberta a votação para a escolha do nome da nova companhia aérea aqui no Brasil. Eu não devo ter sido o primeiro a mandar a sugestão, mas por ventura, votem no nome SAMBA! O prêmio? Passagens aéreas vitalícias. Ou seja, barrinhas de cereais também.
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Confesso que ando excitado por tipos genuinamente geométricos. Sem mais.
Arquivado em: Post-it | Tags: graça, gravidez, jake gyllenhaal, mudança de sexo, vida
O tempo passa e a gente percebe que a graça da vida é ficar de meia no ar condicionado e ler algumas notícias bizarras. Ontem encontrei uma matéria de uma mulher que se transformou em homem há oito anos e começou a tomar hormônios masculinos (mantendo o órgão sexual feminino), casou com uma mulher e hoje está grávido(a) de cinco meses. Não é o máximo? Pra essas horas eu só preciso de um telefonema e de uma boa música na rádio pra desencadear uma crise de risos desenfreada.

Eu juro que quando eu vi a foto acima eu pensei que fosse mais um dos filmes do Jake Gyllenhaal.
Via Telegraph.

